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Tua ausência me tortura;
Tua falta me consome e me destrói.
Sem ti, a minha vida
tão acostumada, tão viciada,
dividida até quando não queria,
está só minha, está vazia.
Pensava, achava as vezes,
tua presença perturbadora,
limitava a criatividade, a iniciativa.
sufocava-me, com tantas preocupações.
Hoje choro só, sem ti.
Meu pranto é tamanho,
que vivo de preces, orações, para que voltes.
Já não como, não durmo;
só fumo, que não fumava, e bebo.
De tão destruído que estou,
já não sei, se ainda quero
a tua presença, a tua volta,
ou se agora até prefiro,
que deste jeito não me vejas mais,
e sem lutar,
chegue à própria morte.
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