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Pensando
e sentindo teu "Dilema",
meu
peito tal qual o teu, de melancolia repleto,
sem
poder imaginar ...a ausência do poeta,
o
dia, o mar, o sol e tudo que fazes poema...
sem
a cor dos teus versos.....
Quisera
ser qual rocha, inanimada,
ao
sentir o calor da lágrima derramada,
sem
me importar, em qual pátria versificarias,
o
derradeiro poema.
Mas,
logo meu coração se acalma,
sabendo
cada palavra tua, um pedaço de tu'alma,
que
aqui estaria inteira, repleta, imortal,
eterna
como um deus que se fez poeta.
Qual
energia cósmica, tua obra ficaria,
envolvendo
as almas dos que te percebem.
Se
rocha eu fora, para quem escreverias?
Esta
foi uma forma de retribuir o carinho e o
presente que foi ler "Dilema".
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