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Bem
que na verdade
Mesmo
querendo toda liberdade
Sinto
vontade de um abraço apertado,
Rosto
colado e o tempo, parado.
De
sentir o sangue fluir em cada veia
Sentir-me
emaranhado nessa teia
Sem
falar, apenas sorrir e pensar
Em
como é doce o seu olhar.
Meio
distante, enigmático,
penetrante.
Ficar
assim por algum tempo
Sem
nenhum alento
Só
ouvindo os sons do vento
Que
por vezes parece sussurrar
"como
é bom amar ! "
E
deste amor as carícias
que
nos trazem as delícias
De
ser homem e mulher
Que
cada um quer
Por
se sentir seguro
Como
resposta por este amor tão puro
Sem
raça, sem cor...
É
só amor!
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