Poesias - Do Amor
 
 
 
DO AMOR

 

 
 
Bem que na verdade
Mesmo querendo toda liberdade
Sinto vontade de um abraço apertado,
Rosto colado e o tempo, parado.
De sentir o sangue fluir em cada veia
Sentir-me emaranhado nessa teia
Sem falar, apenas sorrir e pensar
Em como é doce o seu olhar.
Meio distante, enigmático,
penetrante.
Ficar assim por algum tempo
Sem nenhum alento
Só ouvindo os sons do vento
Que por vezes parece sussurrar
"como é bom amar ! "
E deste amor as carícias
que nos trazem as delícias
De ser homem e mulher
Que cada um quer
Por se sentir seguro
Como resposta por este amor tão puro
Sem raça, sem cor...
É só amor!
 
 
Rezendão
 
by neusa - abril/2002
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