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Certa
vez, durante uma das minhas viagens, já lá vão
alguns anos, encontrava-me em Bangkok, capital
da Tailandia. Este país é muito diferente
dos usos, costumes, mentalidades e culturas,
em relação ás minhas origens portuguesas.
Sem querer narrar completamente como a viagem
decorreu, devo de dizer que houve muitas
coisas que me impressionaram. Por exemplo,
pelo que me pude aperceber, a religião mais
forte, é o budismo. Conheço pouco sobre essa
religião, mas vi, por ter contactado
diretamente com eles, que existem vários
grupos dessa religião. Notei que havia homens
de todas as idades, com a cabeça rapada, e
que existíam diferentes grupos, pois andavam
vestidos de cores diferentes. Assim, havia os
azuis, os laranjas, os verdes, os amarelos, e
outras cores que neste momento não me
recordo. A missão deles era sairem de manhã,
andarem a mendigar o dia todo, e só á noite
regressaríam ao local de concentração. Como
nota curiosa, devo de informar, que eles nunca
se aproximavam das mulheres, (seria pecado?)
apenas pediam esmolas ao sexo masculino. Outra
nota curiosa era que, quando entrava nas lojas
para comprar lembranças, havia sempre umas
jovens, muito belas, talvez com uma idade de
cerca de 20 anos, e que andavam sempre a
oferecer (grátis) cerveja ou refrigerantes
aos clientes. Devo de dizer que comprei
algumas coisas, mas também tive o prazer de
beber, servido com muita amabilidade por uns
sorrisos inesquecíveis. A escritura local, é
indecifrável para um pobre ocidental como eu,
felizmente que a linguagem de gestos é
universal. Muitos dos anuncios, estão
escritos, na linguagem do país, mas também
em inglês. Nunca dominei esta língua, mas
nessa altura já compreendia muita coisa. Foi
então que vi num estabelecimento, escrito com
letras bem gordas... MASSAGENS JAPONESAS COM
SABÃO ESPECIAL... Calculei que possivelmente
nunca mais na minha vida voltaría a Bangkok,
então seria a minha única ocasião de
experimentar essas tais massagens, até porque
estava muito calor, e eu estava realmente
fatigado. Entrei, e por gestos e sorrisos, não
foi difícil de fazer compreender o que eu
pretendia. Abriram um catálogo onde estavam várias
fotos de moças, e disseram qualquer coisa que
não compreendi, mas percorri com os olhos o
tal catálogo, e com o dedo indiquei uma foto.
A recepcionista, concordou, e fez-me
acompanhar até um salão, onde havia várias
mesas em marmore. Através de sinais
compreendi que devia de me despir
completamente. Devido ao calor que estava, não
pensei duas vezes, e num espaço de alguns
segundos fiquei completamente nu. Fizeram-me
sinal para me deitar na tal mesa de mármore,
e nesse momento apareceu uma linda moça, que
reconheci ser a que eu tinha escolhido pela
foto do catálogo. É altura de informar que
quando esta história aconteceu, eu tinha 25
anos de idade, portanto quando vi a moça que
me vinha massagear, aparecer em monokini, com
uns lindos seios naturais, e que se mantinham
bem direitos, houve uma reação muito rápida
de uma parte da minha anatomia. Os tais 100
mililitros de sangue, necessários para encher
determinados canais vazios, deslocaram-se rápidamente,
e o membro quase instantâneamente, ficou mais
que duro. A moça, sem se impressionar com o
meu estado lastimoso, começou a massagem
enquanto eu estava deitado de “barriga para
o ar”. É
verdade que eu comecei a sentir-me
relaxado, mas aquela coisa dura, não queria
sair daquele estado... pouco importava os meus
desejos, ali naquele salão, era sómente para
massagens. Foi então que a moça, estando a
determinado momento atrás da minha cabeça, e
sem nunca parar os movimentos de esfregar as mãos
contra o meu corpo, me agarrou pelos ombros, e
sem denotar qualquer
esforço físico, fez-me rodopiar de
180º. A história está quase a acabar, e a
verdade, é que por muito rijo que esteja o
membro, o mármore é mais duro ainda, e se
houve alguém que gritou de dores, e que
vergou... não foi o mármore, não...!!!
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